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01/08/2011 | JazzLAC | Com Jerónimo Belo | À segunda-feira
August 02, 2011 03:08 PM PDT
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JazzLAC | Com Jerónimo Belo | À segunda-feira

Rescaldos do Festival de Jazz de Luanda 2011

JazzLAC | Com Jerónimo Belo | À segunda-feira
January 17, 2011 03:15 PM PST
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JazzLAC | Com Jerónimo Belo | À segunda-feira

11/01/10 - JazzLAC com Jerónimo Belo
January 12, 2010 05:03 PM PST
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Neste programa, reinarão as sonoridades do piano, instrumento que convém à maior parte das combinações orquestrais e tem sido, em grande medida, responsável pela renovação de estilos e correntes.

A abrir, teremos o pianista Herbie Hancock em algumas das suas composições mais conhecidas e emblemáticas; ele é, inegavelmente, um pianista extraordinário, um mestre das teclas e autor de algumas das melhores peças que o jazz nos ofereceu nos últimos 40 anos.

A fechar, o All Stars SFJazz Collective na interpretação de alguns temas de Herbie Hancock, gravados durante uma tournée mundial que a banda realizou em 2006.
O pianista Herbie Hancock, que reinará na primeira parte deste JazzLAC, é, inegavelmente, um pianista extraordinário - ou, melhor, um mestre das teclas. Dono de algumas das melhores peças que o jazz nos ofereceu nos últimos 40 anos, parceiro dos melhores, visionário de outras rotas, sempre na busca de mais-valias que as “últimas tendências” possam proporcionar à sua música e influenciando sempre essas “últimas tendências” com a coragem de quem por lá já andou.

Movendo-se habilmente entre o pós-bop e a eléctronica funk-hip-hop-drum & bass-tecno, nunca deixou, porém (honra lhe seja feita), de reafirmar o seu som, o seu estilo, a sua marca inconfundível. Para o melhor e para o pior…

Com efeito, se nos encanta, por vezes também nos desaponta. Mas nunca, nunca mesmo, cristalizou. O músico tem-se rodeado de gente do Jazz e doutras latitudes musicais, de cantores e notáveis instrumentistas: convidou Sting, Paul Simon, Stevie Wonder e assinou um álbum que não deixará ninguém indiferente: “Herbie Hancock – possibilities”. Dedicou um disco à cantora folk Joni Mitchel. Enfim, tem sido muito criativo.

Aborda o jazz sem fundamentalismos redutores da imaginação e da criatividade. Escreveu a música para um dos filmes mais belos que conheço: Round Midnight, de Bertrand Tavernier.
Herbie Hancock tem-se revelado sempre em grande forma. O autor de Rock It e Headhunters (para citar dois dos seus álbuns mais famosos) é um verdadeiro ”Zelig”, um músico de Jazz que adora fazer incursões noutros territórios musicais. Mas uma coisa é certa: este antigo militante das lides jazzísticas é, não apenas um excelente pianista, mas também um notável compositor.

Em 2006, a gravação, no âmbito da sua tournée mundial, o All Stars SFJazz Collective gravou um CD com composições originais dos seus membros e outras de Herbie Hancock.
Daí a legitimidade de trazer a banda a esta “parceria” Herbie Hancock.

Oiça alguns temas de Herbie Hancock magistralmente executados pela banda, entenda que a beleza do Jazz também está na sua diversidade, e, depois, escreva este nome no seu caderno de bom gosto: SF JAZZ Collective.

04/01/10 - JazzLAC com Jerónimo Belo
January 04, 2010 05:50 PM PST
04/01/10 - JazzLAC com Jerónimo Belo Às segundas-feiras
Embora de forma breve, falaremos do Jazz 2009, ano que foi marcado por uma extraordinária diversidade estética. Ano também de maturidade para muitas das pequenas editoras independentes que dão forma aos nossos desejos, editando grande parte do que mais interessante se faz nesta área. O ano de 2009 trouxe-nos uma quantidade e qualidade de novos discos de Jazz que superou as melhores expectativas. Foi um ano de criatividade, o que não aconteceu com a maior parte das tipologias musicais. Neste primeiro programa de 2010, começamos por viajar com o trio liderado pelo pianista americano Elmo Hope. Um pianista que já nos deixou, infelizmente muito pouco conhecido. Influenciado por Thelonius Monk e Bud Powell, de quem foi amigo de infância, Hope é o típico pianista Bop. Tocou em Nova Iorque com Sonny Rollins e na West Coast com harold Land. Gravou muito, especialmente com John Coltrane, Clifford Brown, Hank Mobley, Jackie McLean e Frank Foster. Músico subtil e excelente compositor. Vamos ouvi-lo em trio com Paul Chambers (contrabaixo) Philly Joe Jones (bateria). Para o nosso entardecer, escolhemos este CD “Elmo Hope Trio” Plays his ow compositions, em que toca as suas composições. Gravação de 1961, em Nova Iorque. O trio funciona. E Elmo demonstra aqui aos seus admiradores que era um compositor inspirado, de mão cheia. Músico subtil, preciso, praticando solos com muito gosto e swing. É pena que o pianista tenha vivido quase sempre no esquecimento, tendo passado a maior parte da sua vida na sombra de nomes célebres com os quais gravou. E, agora, um saxofonista: Bob Mintzer, com Steve Khun (piano), Eddie Gomez (baixo) e Steve Gadd (bateria). O saxofonista, compositor e arranjador Bob Mintzer é uma das figuras maiores do jazz contemporâneo. Este artista dinâmico já tocou entre nós. Quer como solista, side-man ou a comandar os seus próprios grupos tem-se revelado um solista de grande nível. E isto é visível em agrupamentos que vão da grande orquestra de Buddy Rich aos YellowJackets (grupo em que tocou em Luanda), um dos melhores grupos de jazz Fusion. Mintzer já gravou algumas dezenas de discos como líder. O seu homage to Count Basie ganhou um Grammy em 2001. Mais recentemente, gravou “In the Moment (Art of Life). Esta discografia é magnificamente enriquecida com a saída de três excelentes discos, editados no Japão: source, Papa Lips e Bop Boy. Qualquer um destes discos revela o enorme talento do saxofonista. O quarteto dirigido por Bob Mintzer explora, de forma admirável, novos arranjos, novas abordagens de velhos standards de jazz e de originais de Mintzer. É excelente que esta música esteja agora disponível fora do Japão e ao alcance de todos nós. Terçinaremos, pois, dando a palavra a Bob Mintzer (sax tenor e clarinete baixo), Steve Khun (piano) Eddie Gomes (baixo) e Steve Gadd (bateria). Por Gegé Belo http://jazzbelo.blogspot.com/
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28/12/09 - JazzLAC com Gerónimo Belo
December 28, 2009 04:12 PM PST
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28/12/09 - JazzLAC com Gerónimo Belo Neste que será o último programa de 2009, teremos, a abrir, um músico europeu que muito impressionou a crítica e a comunidade de músicos como um dos mais originais improvisadores. Trata-se do trompetista polaco Tomasz Stanko (foto) – músico para músicos; depois, algumas das mais belas reedições de 2009: Kind of Blue – A bíblia do Jazz modal – de Miles Davis, que em 2009 celebrou o 50º aniversário da sua gravação; The Complete Tony Bennett / Bill Evans Recordings (Finalmente num só álbum todas as gravações das míticas sessões de 1975 e 1976); e, Charles Mingus: Mingus Ah Um – disco gravado em Maio de 1959, que surpreende pela sua modernidade. O Jazz conhece hoje uma reputação ímpar, mercê, sobretudo, da qualidade e diferenciação dos seus principais actores - e, de entre estes, os músicos - e do investimento nas instituições de ensino desta tipologia musical. Cada vez mais a diversidade se afirma como o maior denominador comum no corpo actual do Jazz. Se, no passado, vigorava a regra através da qual cada músico deveria guardar fidelidade à sua própria herança, aumentando-a, em vez de questioná-la ou de abrir-lhe outras áreas de expansão, hoje domina a multiplicidade de projectos e a transversalidade de interesses. Mas, como aconteceu ao longo da sua história de pouco mais de cem anos, a coabitação de estilos/escolas/tendências estéticas continua a ser uma característica marcante e, por vezes, privativa do próprio Jazz - manifestação clara e indesmentível de uma arte autêntica, viva e sólida, em permanente movimento. Esta música que nasceu na passagem do século XIX para o XX, nos Estados Unidos, tendo como origem profunda a complexa e multifacetada miscigenação das raízes culturais africana e europeia, que, no entretanto da História, confluíram no chamado “Novo Mundo” tem hoje extensões criativas e originais noutras latitudes, nomeadamente na Europa. No último programa de 2009, um músico europeu que muito impressionou a crítica e a comunidade de músicos como um dos mais originais improvisadores. Trata-se do trompetista polonês cuja voz autoritária imediatamente reconhecível pelo seu poder emocional tem crescido à medida que a sua música tem amadurecido. Trata-se de Tomasz Stanko: músico para músicos. Hoje, Stanko parece estar num zénite criativo. A sua obra parece seguir um dos mais importantes rumos do Jazz das últimas três décadas: do Jazz modal à Miles Davis, dos anos 50, à improvisação livre e outras direcções muito sintonizadas com a sua Polónia natal. Stanko – músico para músicos – a abrir. E, depois, algumas das mais belas reedições de 2009: Kind of Blue – de Miles Davis, que em 2009 celebrou o 50º aniversário da sua gravação. A bíblia do Jazz modal. The Complete Tony Bennett / Bill Evans Recordings. Finalmente, num só álbum, todas as gravações das míticas sessões de 1975 e 1976! Charles Mingus: Mingus Ah Um. O que mais surpreende neste disco, gravado em Maio de 1959, é a sua modernidade. Confirma-se, uma vez mais, cinquenta anos passados sobre a data da sua gravação, a genialidade que, não poucas vezes, desceu sobre essa personalidade apaixonante, nas suas zonas de luz e nos seus ângulos de sombra, que foi Charles Mingus (1922-1979). Por Gegé Belo http://jazzbelo.blogspot.com/ Pensar e Falar Angola
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21/12/09 - JazzLAC com Gerónimo Belo
December 22, 2009 03:46 PM PST
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21/12/09 - JazzLAC (95.5 FM - Angola) Com Gerónimo Belo Terça-feira
Neste programa, continuidade a “As minhas escolhas dos discos de 2009”. A abrir, um passeio rápido guiado por excelentes instrumentistas e cantores do Reino Unido, cujos discos surgiram este ano: Liane Carroll, Mark Perry, Gettin Jones e Ryan Quigley; depois, Kurt Elling (foto) um notável cantor que recria a música de Coltrane e John Hartman, no CD “ Dedicated to you”. Conhece hoje o Jazz uma credibilidade institucional importante, nunca antes sentida, tornando-se no lugar de encontro entre a consistência das certezas e os desafios da aventura, apenas possíveis em artes em permanente movimento. E, volvidos todos estes anos, desde que o Jazz era a música de uma raça oprimida e justamente enraivecida, até se tornar numa música de músicos, cada vez mais urbana e universal, intimamente associada a um certo tipo de virtuosismo e a uma nova sensibilidade, o que fica do Jazz? As injustiças, a visão lacunar, as associações inadequadas, o menosprezo olímpico com que por vezes é avaliado, foram más para o Jazz? Poderão vir a ser. Se o Jazz acabar! “JAZZ LAC” um esforço semanal para a divulgação deste género musical ligado, como sabemos, à “ Mãe África” e que se está a expandir entre nós. A 21 de Dezembro um passeio rápido guiado por excelentes instrumentistas/ cantores do Reino Unido, cujos discos surgiram este ano: Liane Carroll, Mark Perry, Gettin Jones e Ryan Quigley. O Jazz é o prazer da descoberta e a atitude que evita todos os fundamentalismos redutores da criatividade e da imaginação. A abrir. E depois Kurt Elling, um notável cantor, recria a música de Coltrane e John Hartman. O CD “ Dedicated to you” é um dos “meus” discos de 2009. Num tempo em que abundam cantoras entregues à promiscuidade da música comercial, existem opiniões avisadas que o consideram talvez a melhor voz do jazz norte-americano. Ficarão na memória os fabulosos vocalese pelos quais recria, nota a nota, temas emblemáticos de John Coltrane e John Hartman, o seu virtuosismo nos scat voicings e a subtileza enxuta que exibe em certos temas. Estamos conversados.
Pensar e Falar Angola
ETU MUDIETU
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14/12/09 - JazzLAC (95.5 FM - Angola) com Gerónimo Belo
December 16, 2009 06:23 PM PST
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14/12/09 - JazzLAC (95.5 FM - Angola) com Gerónimo Belo Nesta edição do JazzLAC, além de mais Miles Davis, serão tocados os dois primeiros compassos de “As minhas escolhas dos discos de 2009”.
Primazia ao grande pianista Keith Jarrett, que assinou um belo trabalho editado pela ECM: "Testament Paris/ London". Depois, tocarão temas de “Sarala”, resultado de um belo encontro afro-americano: do reputado pianista americano Hank Jones com o autor, compositor, arranjador, chefe de orquestra e multi-instrumentista Cheick-Tidiane Seck, do Mali.
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JazzLAC nos 95.5 fm com Gerónimo Belo
December 09, 2009 02:41 PM PST
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JazzLAC nos 95.5 fm
Com Gerónimo Belo

Luanda - Angola

07/12/09 - JazzLAC (95.5 FM - Angola) com Gerónimo Belo
December 07, 2009 04:59 PM PST
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07/12/09 - JazzLAC (95.5 FM - Angola) Com Gerónimo Belo Nesta primeira edição do JazzLAC de Dezembro, as “Senhoras do Jazz” cantarão, tocarão e reinarão. A primazia é dada à bela voz de SHIRLEY HORN, que também toca piano muito bem. Como os Jazzlovers bem sabem, a voz foi, provavelmente, o primeiro instrumento do Jazz. E pela via das canções de trabalho (work songs), espirituais negros e, sobretudo, do Blues, praticou a quase igualdade dos sexos. À medida que o jazz instrumental reforçou a sua natureza exclusivista do território masculino, as Senhoras vingaram-se, ocupando o trono da voz. E quando tocam, o piano é o instrumento eleito. E, no rol das vozes, os homens são hoje uma minoria residual. Tudo isto assenta como uma luva em Shirley Horn. Canta e toca piano. Bem, ou melhor: muito bem. Há concertos que ficam, há concertos que se apagam no tempo. Os primeiros deixaram-nos um sentimento de felicidade, como se o tempo se tivesse rompido e tivéssemos entrado e caminhado numa planura de encantamento. Este é o caso de uma noite em que fui ver e ouvir esta Senhora cantora na Sala Van Gogh, num já distante Festival de Jazz do Mar do Norte, em Haia, na Holanda, e uma imensa energia ficou dentro de mim. Sei que as noites não se repetem. Nem os concertos. Mas apetece-me ouvir de novo Shirley Horn e partilhar a sua música com o auditório LAC. Shirley Horn, uma espécie de rocha tranquila. As árvores que foi plantando são a sua própria sombra. Agora, que não sei quando voltarei a ouver (ver e ouvir ao mesmo tempo) a cantora americana Shirley Horn, vou ouvindo os CDs da sua vasta discografia. Neste disco de que passarei alguns temas, Shirley está sentada ao piano e a cantar com Charles Ables (baixo) e Steve Williams (bateria) e convidou gente de peso, imaginem: Miles Davis e Winton Marsalis (trompete), Buck Hill e Brandford Marsalis (sax tenor), Toots Thielmans (harmónica, guitarra). Meu caro leitor do “Jazz in Angola”, suponho que as razões apontadas são suficientes, para contar com o favor da sua escuta nesta primeira segunda-feira de Dezembro. Ou não é assim? Então… até Jazz! Por Gerónimo Belo Pensar e Falar Angola
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30/11/09 - JazzLAC Com Gerónimo Belo
November 30, 2009 03:36 PM PST
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30/11/09 - JazzLAC Com Gerónimo Belo Segunda-feira Começaremos com as vozes do Take 6 - belas vozes. Memórias de boa memória. Take 6. Venha mais música. Depois, virá uma viagem com a música de um brilhante saxofonista, Michael Breker, que já nos deixou. Quando uma partida nos indigna assim, não há muitas palavras que nos ajudem. Morreu um homem bom, no bom sentido da palavra bom. Trata-se de Michael Breker. O milagre da última obra do grande saxofonista – Pilgrimage (peregrinação, romaria), foi a última obra gravada por Michael Brecker, que faleceu com 57 anos. Padecendo de uma rara doença, síndrome mielodisplásica, desde meados de 2004. Brecker viveu uma existência dolorosa até á morte. Todavia, em Agosto de 2006, teve forças para reunir um grupo de grandes músicos amigos para gravar este soberbo CD – um testemunho musical à altura do talento deste músico notável, para gravar este "peregrinação". Foi um autêntico milagre que Brecker tivesse forças para produzir um Jazz tão vibrante como o que se ouve ao longo deste CD, a que chamamos “O Adeus de Brecker”. Músicos houve que, nas suas derradeiras gravações, denunciavam a fragilidade da sua saúde. Não é o caso de Michael Brecker, cuja música sempre esteve associada a uma certa ardência e a um carácter de urgência. A impressão com que se fica depois da uma audição deste disco é a de que o músico estava – sabe-se lá com que sacrifício –, na posse de todos os seus recursos e faculdades, tão evidente nos seus solos, como na qualidade das suas composições. Vamos ouvir este milagre. O Adeus de Brecker. Tocados pela surpreendente vitalidade do saxofonista, estão muito bem as outras estrelas que aqui se juntam ao amigo – companheiro: o pianista Brad Meldhau, numa rara atitude muito percusiva; Herbie Hancock, um mestre do teclado, mais jazzy do que nas suas intervenções mais recentes, alinhando intervenções brilhantes, criativas, originais; o guitarrista Pat Metheny, claro nos seus uníssonos com o saxofonista e objectivo nos seus solos; Jack DeJohnette, soa com uma intensidade que há anos não se lhe ouvia, e, por fim, o contrabaixista John Patitucci, discreto, mas sempre eficiente. Pensar e Falar Angola
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